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Foto: Ilustrativa

A vitamina D, ou colecalciferol, é um hormônio esteroide, cuja principal função consiste na regulação da homeostase do cálcio, formação e reabsorção óssea, através da sua interação com as paratireoides, os rins e os intestinos.

A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Embora seja benéfica a exposição aos raios solares, são fundamentais alguns cuidados, tanto no verão como em outros períodos do ano. É preciso respeitar o tempo máximo de exposição e o horário escolhido (antes das 10h e depois das 15h).

Apesar da principal fonte de fabricação da vitamina D ser a exposição da pele ao sol, ela não é a única. Pode ser obtida pela ingestão de alimentos, aparecem em quantidades bem variadas em alimentos como óleos de peixes (principalmente no óleo de fígado de bacalhau), ostras, ovo e carnes.

A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece alguns tipos de câncer.

Importância da vitamina D no organismo

– Fortalece os ossos;

– Estimula a diferenciação celular e o sistema imune;

– Protege o coração;

– Gravidez segura;

– Tem influência na secreção da insulina;

– Função muscular.

Deficiência

A deficiência de vitamina D pode causar uma série de problemas de saúde, que estão relacionados com desordens do metabolismo ósseo, doenças inflamatórias, doenças infecciosas, alteração da função cognitiva e desequilíbrio imunológico. Além disso, também leva a fraqueza muscular, perda severa dos dentes, retenção de fósforo nos rins e desordens cardiovasculares.

Através do exame de sangue, o nível da vitamina D será medido, e de acordo com o valor do resultado será calculada a quantidade a ser suplementa.

Para maior segurança procure um profissional de saúde ou nutricionista para melhor orientá-lo. Nunca se automedique, pois doses erradas ou elevadas também ser prejudiciais.

Por: Tatiana Brito