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Indispensável para garantir a segurança de condutores e pedestres, contribuindo para a redução de acidentes com severidade, a rede semafórica vem crescendo significativamente em Fortaleza. Exemplo disso é que no final de 2012 um total de 639 semáforos controlava o tráfego nos cruzamentos da cidade. Hoje já são 1.044 equipamentos, o que mostra uma ampliação de 63%.

56% da rede é centralizada. Uma das principais vantagens dessa tecnologia inteligente é que os tempos são otimizados em tempo real, variando de acordo com o fluxo veicular contabilizado pelos laços detectores do semáforo. Além disso, permite uma comunicação direta com a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), detectando falhas de forma imediata e otimizando os serviços de manutenção.

Desde que respeitado, o semáforo reduz a severidade de acidentes e até mesmo a estatística de vítimas fatais. Além de outras intervenções, pode-se dizer que a ampliação da rede semafórica está diretamente relacionada à redução de mortes no trânsito que vem caindo ano após ano na cidade.

Os equipamentos estão localizados em todas as regionais da cidade, acompanhando a evolução demográfica do município e o aumento da frota. “A implantação de semáforos pode ser entendida como uma ação que contribui também para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, uma vez que possibilita um maior ordenamento das dinâmicas existentes entre os participantes das diversas modalidades de transportes. Contudo, esta decisão deve estar embasada em um planejamento técnico”, esclarece Juliana Coelho, gerente da central de Monitoramento de Tráfego da AMC.

Para solicitar um semáforo, o munícipe deve formalizar o pedido em uma das centrais de atendimento da AMC. O requerimento será devidamente analisado, considerando uma análise que abordará critérios como volume de veículos e pedestres, quantitativo de acidentes, condições geométricas, iluminação, visibilidade, dentre outros.