Foto: CARLOS GIBAJA/GOVERNO DO CEARA;

A produção industrial cearense no último mês de julho foi a mais alta do Brasil no período. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento percentual foi de 34,5%. Em seguida, os estados do Espírito Santo (28,3%), a média da região Nordeste (17,5%), Amazonas (14,6%) e Bahia (11,1%).

De acordo com o IBGE, a alta do Ceará é reflexo da retomada das atividades econômicas e unidades produtivas após as paralisações por conta da pandemia da Covid-19.

Pra o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), Maia Júnior, é o segundo mês consecutivo que o Ceará desponta com excelentes resultados na recuperação econômica. “Parece que a fase mais difícil do ponto de vista econômico na pandemia começa a se dissipar. Nos meses de junho e julho, não só no comércio varejista, na agricultura e sobretudo na indústria, os resultados foram muito bons”, afirmou o secretário.

O Ceará, pelo segundo mês consecutivo, se destacou no crescimento econômico, como lembra o secretário da Sedet, Maia Junior. “Mês de junho foram destaque os segmentos da confecção, têxtil e calçados, e em julho, os serviços turísticos começaram a despontar, o que é natural com a volta do consumo no varejo, o que está ativando a recuperação do estoque da indústria.”

Maia Júnior ressaltou que as expectativas para o fim de ano são boas já que normalmente os meses de setembro a dezembro são favoráveis à indústria que está produzindo mais para atender a demanda natalina. “Isso é importante pra nós, proporcionar um ótimo final de ano pros cearenses, com lojas abastecidas, economia se recuperando e principalmente a taxa de emprego em crescimento. O emprego é o nosso maior desafio! E estamos trabalhando para recuperar os níveis pré-pandemia junto com a liderança do governador Camilo Santana e assim dar uma resposta pros problemas causados pela pandemia.”, finalizou o secretário.

Crescimento supera o de 2019

Se comparada com julho de 2019, a produção industrial cearense teve alta de 2,7%. As maiores altas na variação mensal foram registradas nas atividades: Fabricação de produtos alimentícios (36,7%), Metalurgia (26,7%) e Fabricação de Coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (24%).