Seis em cada dez brasileiros das classes C e D do Brasil vão comprar presentes de Natal este ano. É o que indica pesquisa realizada pela Superdigital, fintech do Grupo Santander com foco em inclusão econômica, realizada com 1.525 pessoas, de todas as regiões do País, entre os dias 10 e 15 de dezembro.

 Em relação aos valores dos presentes, 21% disseram que devem gastar entre R$ 100 e R$ 300, enquanto 18% apontaram gastos até R$ 100.

 

Quanto você pretende gastar com presentes de Natal?

%

1-Até R$ 100

18,61%

2-Entre R$ 100 e 300

21,37%

3-Entre R$ 300 e 500

12,52%

4-Acima de R$ 500

10,27%

5-Nao vou comprar presentes esse ano

37,23%

 

O levantamento apontou também que não será um final de ano de muitas viagens, uma vez que quase 20% confirmaram que farão passeios nacionais ou internacionais.

 

Você pretende viajar neste final de ano?

%

1- Sim Viagem Nacional

16,58%

2- Sim Viagem Internacional

3,27%

3- Não

80,15%

 

No entanto, quando perguntados se esse ano foi melhor que ano passado financeiramente, 34% disseram que sim, enquanto 33% negaram.

 

Você acha que financeiramente 2021 foi:

%

1- MELHOR que 2020

34,61%

2- IGUAL a 2020

31,62%

3- PIOR que 2020

33,77%

 

Otimismo

Foi avaliado também o grau de otimismo dos brasileiros em relação ao ano que vem. Para a maioria (80%), 2022 será melhor que 2021. Esta mesma parcela se mostrou confiante ou muito confiante quanto ao seu emprego.

 

E 2022, como você acha que vai ser?

%

1- MELHOR que 2021

80,43%

2- IGUAL a 2021

11,67%

3- PIOR que 2021

7,90%

 

7. O quanto você está confiante em relação ao seu emprego?

%

1-Pouco Confiante

20,26%

2-Confiante

40,26%

3- Muito Confiante

39,47%

 

De acordo com Luciana Godoy, CEO da Superdigital no Brasil, a pesquisa traz alguns aspectos bastante interessantes. “Certamente, a crise econômica decorrente da crise sanitária ajudou o brasileiro a aumentar sua educação financeira. Mesmo confiantes com o emprego e com ano que vem de maneira geral, uma parte relevante pretende quitar dívidas e poupar para o futuro. Ainda assim, vemos que o comércio também deve ter algum aquecimento relevante no Natal”, afirma a executiva.