WhatsApp-Image-2017-05-11-at-15.42.38 Cotidiano
Foto: Reprodução

Na semana passada, a foto de um ônibus com a placa que fazia alusão ao universo dos livros de Harry Potter, repercutiu nas redes sociais.

Nos últimos dias, outro registro está dando o que falar, desta vez uma montagem chamou atenção dos internautas, gerando centenas de compartilhamentos nas redes sociais, o “Chikungunha Papicu”. Seria um ônibus com destino a Via Upa/IJF/ Santa casa e Gonzaguinha.

Embora seja uma montagem, o fato não deixa de ser um alerta para o avanço do mosquito Aedes Aegypti na capital, o que tem preocupado a população.

No Ceará já tem de 10.592 casos confirmados de febre chikungunya neste ano, além de 6.105 casos de dengue, segundo boletim divulgado na última sexta-feira (5) pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). Conforme a Secretaria da Saúde, a dengue ocasionou três óbitos no estado neste ano, e a chikungunya, uma morte.

Fortaleza concentra mais da metade dos casos de febre chikungunya no Ceará, com 6.349 casos confirmados da doença neste ano, de acordo com a Sesa. O boletim ainda aponta 120 casos de zika em todo o Ceará.

Como as pessoas pegam o vírus?

Por ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, a infecção pelo chikungunya segue os mesmos padrões sazonais da dengue. O risco aumenta, portanto, em épocas de calor e chuva, mais propícias à reprodução dos insetos. Eles também picam principalmente durante o dia. A principal diferença de transmissão em relação à dengue é que o Aedes albopictus também pode ser encontrado em áreas rurais, não apenas em cidades.

Prevenção

Evitar água parada, que os insetos usam para se reproduzir, é a principal medida. Em casos específicos de surtos, o uso de inseticidas e telas protetoras nas janelas das casas também pode ser aconselhado.