Lagoa-de-Messejana-4 Cotidiano
(Foto: Whatsapp O Lagoa)

Conhecida como cartão-postal do bairro, a Lagoa da Messejana faz parte da bacia do Rio Cocó e possui aproximadamente 33 hectares de extensão. Entretanto, o sangradouro da lagoa tem preocupado moradores do bairro, que afirmam que o trecho foi abandonado pelo poder municipal.

O entorno do local é outro problema que tem preocupados os populares da região. Segundo a moradora, Janaína Lima, a Avenida Jornalista Thomás Coelho, no centro de Messejana está um grande descaso “Há muitos matos nas calçadas o que impossibilita a passagem dos pedestres, eles começaram até limpam, mas as vezes deixa o mato retirado no local.  Muita gente anda pela via correndo o risco de serem atropelados. Os assaltos na praça ao lado da lagoa também tem sido frequentes”, comenta.

Outro problema relatado pelos moradores é o mirante na lagoa de Messejana que se encontra completamente deteriorado. O espaço vem sofrendo com muita sujeira e a má conservação dos equipamentos públicos.

No vídeo que recebemos da população que reside próximo ao local, podemos observar as dificuldades que algumas pessoas encontram para caminhar pelo lugar que seria utilizado igual à ponte metálica na praia de Iracema.

Além do problema do mirante, o cenário no entorno é de bancos e lixeiras quebradas, ferrugem nas grades, buracos nas calçadas e pichações. O trecho onde se encontra a Estátua de Iracema já foi referência para o lazer de turistas e do próprio fortalezense. Mas a falta de manutenção da área tem afastado os frequentadores.

A falta de segurança é outra situação que aflige quem costumar circular nas proximidades da lagoa de Messejana. Diante do descaso, o espaço passou a ser ocupado por usuários de drogas e moradores de rua.

No polo de lazer, ao lado do Terminal de ônibus de Messejana, a má conservação dos equipamentos e o lixo também são aparentes. O campo de areia está abandonado, até as traves do gol estão no chão.

Quem frequenta o espaço pede providências.

Entramos em contato com a Regional VI e a Secretaria de Segurança Pública (SSPDS), mas não obtivemos retorno até o fechamento dessa matéria.

Confira o vídeo: