Com a chegada de novas safras ao mercado, a Ceasa-CE, entreposto do Cariri na cidade de Barbalha, registrou altas e baixas nos preços de variados produtos no período de 18 de janeiro a 15 de fevereiro de 2021.

No setor das frutas, o reflexo do declínio foi no abacate grande que caiu (-30,0%), passou de R$ 6,00 para R$ 4,20/kg, a goiaba (-27,3%) foi de R$ 2,20 para R$ 1,60/kg, o limão Taiti (-16,7%) custava R$ 1,20 e agora custa R$ 1,00/kg e o pequi (-16,7%) saiu de R$ 12,00 para R$ 10,00/kg

O maracujá teve um aumento significativo de (+87,5%), saiu de R$ 1,60 para R$ 3,00/kg e a manga tommy aumentou (+76,5%), passou de R$ 1,70 para R$ 3,00/kg.

Nas hortaliças, a maior redução de preço foi na batata inglesa (-22,7%), passou de R$ 4,40 para R$ 3,40/kg, seguida da abóbora caboclo (-16,7%) que saiu de R$ 3,00 para R$ 2,50/kg, a beterraba especial (-16,7%) custava R$ 2,40, e agora R$ 2,00/kg. O tomate chanti (-16,7%) passou de R$ 2,40 para R$ 2,00/kg.

Em alta destacam-se o preço da cebola pera (+59,1%) que custava R$ 2,20 e agora está a R$ 3,50/kg. O preço da cebola roxa caiu (+40,0%), passando de R$ 2,50 para R$ 3,50/kg e o tomate longa vida (+33,3%) saiu de R$ 3,00 para R$ 4,00/kg.

De acordo com o analista de mercado da Ceasa-CE, Odálio Girão, o preço elevado do maracujá é devido às poucas colheitas na região da Ibiapaba, diminuindo o envio da fruta para ser comercializada, fazendo com que o preço disparasse.